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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Em noite apática Palmeirense é o maior derrotado

A 24° rodada do Campeonato Brasileiro era clássico entre Palmeiras e Santos jogo de muita importância para o Campeonato já que poderia deixar o título em aberto, porém esqueceram de avisar isso ao elenco Palmeirense.
O início do jogo já dava o tom da partida de um Santos ofensivo, criando oportunidades,  time agressivo enquanto Palmeiras assistia a partida e aos 13' Gustavo Henrique capitão da equipe Santista com toda liberdade dentro da área no meio de Luan e Vitor Hugo cabeceou a bola em cobrança de falta cobrada por Carlos Sanchés para o fundo do gol.
Aos 17' mais um gol agora de Marinho que aproveitou o rebote de Jaílson e mandou para o gol chegou a ser impedido e acertadamente foi validado pelo VAR ampliando o placar para o peixe, o primeiro tempo terminou assim com o domínio todo Santista sendo refletido no placar, o Palmeiras errando muito, perdido em campo, sem oferecer perigo.
Na volta do intervalo o filme de terror Palmeirense piorou quando Willian aos 27' foi expulso por um carrinho em Pituca, um carrinho que poderia ter sido amarelo, mas Palmeiras ficou com um a menos no jogo complicando ainda mais.
A derrota ao final de 2 a 0 foi justa e até magra, porém a pior derrota para a torcida Palmeirense não é a de um jogo tão pouco a de passar o ano sem títulos a pior derrota é não ver respeito, é não ser representada nem por quem entra em campo e nem por quem está fora dele.
A maior decepção é não conseguir fazer quem deveria zelar pelo time enxergar que não importa quem sejam, que nome tenham, de ondem venham o hoje é o que importa, estão pisando em território histórico esse escudo tem vida própria existe uma massa por trás dele milhões de pessoas que torcem, se importam verdadeiramente e que mesmo que haja derrota a garra é a marca dessa história, identidade, identificação ninguém que não entenda ou não tenha essa capacidade deveria vestir a camisa do Alviverde.
Pode-se faltar técnica e ainda assim seria respeitado se jogasse com a vontade de quem sabe onde está, se jogasse com a alma dos milhões de torcedores que querem ser representados por alguém que entenda o que é ser Palmeirense, por alguém que entenda que a vontade dos torcedores era calçar as chuteiras e mostrar o que se faz quando é o coração quem dá o tom, quando é a emoção que entra em ação.
Enfim,vestir a camisa não é só jogá-la por cima do corpo, vestir a camisa com o escudo de nome Palmeiras deveria ser a segunda pele não deixar que ninguém tente derrubá-la, é fazer uma promessa cuidar dela é o que interessa, honrar o nome e os torcedores que são o maior patrimônio por assim dizer o bem mais histórico que o clube pode querer.  

Por: Sabrina Civolani 
Foto: Marcos Ribolli

Ficha Técnica
Local: Vila Belmiro, em Santos-SP
Data: 9 de outubro de 2019, quarta-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Assistentes: Danilo Ricardo Manis e Neuza Inês Back
VAR: José Cláudio Rocha Filho
Cartões amarelos: Carlos Sánchez (SAN); Felipe Melo e Carlos Eduardo (PAL)
Cartão vermelho: Willian (PAL)
GOLS
SANTOS: Gustavo Henrique, aos 13, e Marinho, aos 17 minutos do primeiro tempo
SANTOS: Everson; Pará, Gustavo Henrique, Lucas Veríssimo e Jorge; Diego Pituca, Carlos Sánchez e Jean Mota; Marinho, Tailson (Lucas Venuto) e Eduardo Sasha Técnico: Jorge Sampaoli
PALMEIRAS: Jaílson; Marcos Rocha, Luan, Vitor Hugo e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique e Gustavo Scarpa (Zé Rafael); Dudu, Willian e Luiz Adriano (Carlos Eduardo) Técnico: Mano Menezes



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