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segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Especial: Heróis de 19 - Diego Alves

Reprodução: instagram Diego Alves

No início da temporada Diego Alves tinha seu futuro indefinido na Gávea após o episódio ocorrido no final de 2018, quando foi afastado pela diretoria por não ter concordado com o banco de reservas. Na ocasião, o até então treinador do Flamengo, Dorival Jr., escalou César como titular na meta rubro-negra na partida frente ao Paraná, preterindo Diego, que voltava de lesão.  

Após a virada de ano muita coisa mudou no clube. Dorival Jr. não teve seu contrato renovado pela nova diretoria que preferiu apostar em Abel Braga. Abelão teve uma conversa com o goleiro e o convenceu que seria importante em 2019. E de fato, assim foi. O treinador deixou o cargo mas o goleiro ficou para entrar na história.

Diego se tornou um dos capitães do clube e foi peça chave para as conquistas rubro-negras com defesas cruciais, liderança e muita experiência. Entre tantos jogos bons, os dois mais importantes a serem destacados na minha opinião são os jogos frente ao Emelec e ao Athletico Paranaense, pela Libertadores e pelo campeonato brasileiro, respectivamente. 


OITAVAS DE FINAL: A FAMA SE FEZ VALER 
A missão do Flamengo na partida de volta das oitavas de final não era das mais fáceis. Na ida, o clube carioca amargou uma derrota dura por 2x0 e precisava de, no mínimo, igualar o placar para levar a decisão para os pênaltis. Gabigol brilhou na partida, fez os dois gols que a equipe necessitava e Diego, que não havia sequer sujado o uniforme durante os 90 minutos, virou protagonista. O camisa 1 rubro-negro defendeu a cobrança de Arroyo, a terceira dos equatorianos, fazendo valer a fama de pegador de pênaltis e abrindo caminho para a classificação, jogando a pressão para os adversários, que também desperdiçaram a cobrança seguinte. 
Reprodução: Alexandre Vidal / Flamengo


PAREDE NA ARENA DA BAIXADA 
Uma partida extremamente difícil para o Flamengo, que nunca havia vencido o Athletico na Arena da Baixada pelo campeonato brasileiro. Diego Alves foi uma verdadeira parede no jogo. O Athletico tentou, bombardeou, incomodou os cariocas até o último minuto, mas sempre que o gol parecia madurar, Diego estava lá pra fazer defesas incríveis. Destaque para uma defesa a queima roupa no chute de Thonny Anderson no primeiro minuto do segundo tempo. 
Reprodução: Alexandre Vidal / Flamengo


As rodadas restantes do campeonato brasileiro deverão servir de ritmo, sobretudo para Diego Alves, pensando no próximo desafio: o mundial de clubes. A missão do goleiro rubro-negro não será das mais fáceis já que vai precisar para o trio de ataque mais poderoso do mundo. Entretanto, não é algo impossível. Em 81, Raul Plassmann marcou seu nome na história do Flamengo diante do mesmo Liverpool... Agora é sua vez, Diego!  

Mais uma vez #JogaremosJuntos! 


Por: Lucas Bazílio Nascimento
Instagram: @_lucasbazilio / Facebook: Lucas Bazílio
Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer!

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